
Inspiro, expiro, inspiro, expiro...
Tic tac, tic tac, tic tac, tic tac.
O mundo não para mesmo estando aqui deitada, lá fora a vida continua.
Fecho os olhos e aguardo o fim de tudo, um fim que parece que não chegar,
aguardo o fim das lamentações, das mentiras, aguardo o fim da queda
das lágrimas, aguardo até a queda da última lágrima que desce meu rosto.
Uma lágrima que nasceu num coração despedaçado, ferido e magoado
que agora deixou de me pertencer, desceu meu rosto.
Inspiro, expiro, inspiro, expiro...
Tic tac, tic tac, tic tac, tic tac.
De olhos fechados, vago em meus pensamentos, relembro as palavras
ditas, as lágrimas caídas, as promessas feitas e não cumpridas.
Tic tac, tic tac, tic tac, tic tac. Chegou a hora...
Inspiro, expiro, inspiro, expiro... em breve adormecerei.
Tic tac, tic. . .
Nenhum comentário:
Postar um comentário